.
.

O Perfume da Amizade

Afinal, como é a verdadeira Amizade?
A Amizade dá-nos a liberdade de podermos ser nós próprios, na companhia de outra pessoa. Porque ser Amigo, mais do que desafiar o outro a mudar para melhor, é compreender as razões que o levam a ser como é. E é quando nos vemos nos olhos de um amigo que nos descobrimos a nós mesmos, numa espécie de nova criação!
Criar uma relação de Amizade é constituir uma 2ª família.

Quando gostamos daqueles que se assemelham a nós e que connosco partilham atitudes e valores, automaticamente adquirimos auto-confiança.
Tendo amigos, todo e qualquer indivíduo se sente mais integrado na comunidade em que está inserido. Eles podem ajudar-nos a superar dificuldades e necessidades próprias, a adquirir elevada auto-estima e a realização pessoal.

Para o estabelecimento de uma Amizade, assume primordial importância a primeira impressão que se tem da outra pessoa. No entanto, é arriscado fazer um julgamento definitivo no contacto inicial, pois uma apreciação precipitada pode impossibilitar uma Amizade futura.

Muitos factores podem dificultar a manutenção de uma Amizade (mudança de residência, trabalho,...) e sabendo que uma Amizade superficial rapidamente se desvanece, muitas são as pessoas que a retomam, quando se torna profunda, depois de longos anos sem contacto.
Fundamentalmente para que a Amizade perdure, mesmo impedidos com a agitação do quotidiano, é indispensável que os amigos dispensem tempo um para o outro.

No livro "Entre Amigos", Letty Cottin Prograbin identifica sete níveis de Amizade: os conhecidos; os vizinhos; membros de colectividades ou associações; colegas de actividades lúdicas; parentes mais próximos; colegas de trabalho; os verdadeiros amigos.
Segundo Henry Brooks Adams "um amigo para toda a vida é muito; dois é imenso; três é quase impossível".
Nós por cá dizemos: "Amigos... poucos, mas bons!".

"Celebra a tua Amizade com expressões de alegria! Encoraja o teu Amigo com gestos de gratidão..."
(John Perry)

Papás, escutem!

«Prestem atenção ao que o vosso filho vos quer dizer, mas não se atreve:

- Não me dêem tudo o que vos pedir. Muitas vezes só peço, para ver quanto posso receber. Se mo dessem, eu teria mais, mas não seria melhor.
- Não me dêem sempre ordens. Se, em vez de me mandarem tanto, me pedissem as coisas por favor, eu as faria mais rapidamente e com mais vontade.
- Não mudem de opinião tão frequentemente sobre o que devo fazer. Decidam-se e mantenham essa decisão. No meio das minhas muitas vacilações, necessito da vossa segurança, da vossa firmeza.
- Cumpram as promessas, boas ou más. Se me prometem uma autorização, dêem-ma; mas também se for um castigo. Assim me irei preparando para a vida.
-Não me comparem com ninguém. Nem com o meu irmão nem com a minha irmã. Se me exaltam acima dos outros, alguém irá sofrer; se me rebaixam diante dos outros, serei eu quem sofro. Nem me comparem convosco quando tinham a minha idade. As nossas vidas são muito diferentes.
- Não me corrijam as faltas diante de ninguém. Ensinem-me a corrigir-me quando estivermos sós. Agradecer-vos-ei infinitamente.
- Deixem-me fazer as coisas por mim mesmo. Mesmo que às vezes me engane. Se fazem tudo por mim, eu nunca poderei aprender.
- Não me gritem. Respeito-vos menos quando o fazem e me ensinam a gritar também. Eu não o quero fazer.
- Quando fizer alguma coisa mal, não me exijam que vos diga porque o fiz. Às vezes nem eu mesmo sei.
- Não digam mentiras diante de mim. Nem me peçam que as diga por vocês, mesmo que seja para vos desenrascar. Sinto-me muito mal, e acho que perco a fé no que vocês dizem.
- Quando estiverem enganados nalguma coisa, admitam-no. Assim crescerá a opinião que tenho de vocês. E ensinar-me-ão a admitir os meus equívocos.
- Quando vos contar um problema meu, não digam: "Não tenho tempo para as tuas parvoíces" ou "isso não tem importância". Tratem de compreender-me e ajudar-me.
- Tratem-me com a mesma cordialidade e amabilidade com que tratam os vossos amigos. Porque somos família, não quer dizer que não possamos ser amigos também.
- Não me digam que faça uma coisa, se vocês mesmos não a fazem. Assim aprenderei eu a fazer sempre o que vocês fazem mesmo sem o dizer, mas nunca o que vocês dizem e não fazem.
- Gostem de mim e digam-me. Eu gosto de ouvi-lo de vocês, mesmo que achem que não é preciso dizer-mo.
- Ensinem-me a amar e a conhecer a Deus e o meu semelhante. Não se desculpem com o que me ensinam no colégio e na catequese. Eu quero aprender de vocês, sem intermediários, a Amar e a respeitar.»

(Autor: Manuel Sánchez Monge; Fonte: "Parábolas como setas")

Blogger: Aqui é melhor não!

O Comittee to Protect Journalist, uma ONG que defende os jornalistas e a liberdade de imprensa, elaborou um relatório sobre os piores países para exercer a actividade de "blogger".
Países como a Birmânia, Irão, Síria, Cuba, Arábia Saudita, Vietname, Tunísia, China, Turquemenistão e Egipto, para só apontar os piores entre os piores, exercem verdadeira caça aos bloggers.
Desde polícia on-line, obrigatoriedade de registo no Ministério da Cultura, cibercafés com ficha individual dos clientes, lista negra de blogues, monitorização de correio electrónico, entre outras medidas restritivas, tudo é utilizado para bloquear o livre acesso e a divulgação de informação.

Aqui neste cantinho à beira-mar plantado, e já lá vão os tempos da CENSURA (pelo menos da censura directa...), nós que desejamos tão somente fazer deste blogue "...um espaço aberto a Críticas Construtivas, onde todos possamos abanar a Sensibilidade e a Sensatez da Raça Humana...", ficamos estupefactos e incrédulos com as agressões intelectuais que ainda proliferam por esse mundo fora.

Saibamos usufruir de forma civilizada da liberdade de expressão que o nosso regime democrático concede, nunca esquecendo a velha máxima: "A minha liberdade termina onde começa a dos outros".

Estou Grato...


E-mail da Presidência da República

Na sequência do post que publicámos em 15.07.2009, é com enorme satisfação que partilhamos convosco, o honroso e-mail que recebemos do Gabinete da Presidência da República:

Por indicação de Sua Excelência o Presidente da República, tenho a honra de transmitir o seu sensibilizado agradecimento pela mensagem de felicitação que, a propósito do seu recente aniversário, tão amavelmente lhe foi dirigida por V. Exas..

Com os melhores cumprimentos,

Ana Maria de Castro Palha
(Assessora Pessoal de Sua Excelência o Presidente da República)

A mais curta resposta é AGIR...




Agora sim, damos a volta a isto!
Agora sim, há pernas para andar!
Agora sim, eu sinto o optimismo!
Vamos em frente, ninguém nos vai parar!

Agora não, que é hora do almoço...
Agora não, que é hora do jantar...
Agora não, que eu acho que não posso...
Amanhã vou trabalhar...

Agora sim, temos a força toda!
Agora sim, há fé neste querer!
Agora sim, só vejo gente boa!
Vamos em frente e havemos de vencer!

Agora não, que me dói a barriga...
Agora não, dizem que vai chover...
Agora não, que joga o Benfica...
e eu tenho mais que fazer...

Agora sim, cantamos com vontade!
Agora sim, eu sinto a união!
Agora sim, já ouço a liberdade!
Vamos em frente, e é esta a direcção!

Agora não, que falta um impresso...
Agora não, que o meu pai não quer...
Agora não, que há engarrafamentos...
Vão sem mim, que eu vou lá ter...

Telemóveis - Carregador Único


Dez fabricantes de telemóveis decidiram criar um modelo único de carregador.

Segundo um estudo da Comissão Europeia, os carregadores velhos originam, anualmente, várias centenas de toneladas de lixo.

Para além de permitir uma enorme redução do desperdício destes dispositivos, esta medida fará, igualmente, baixar o preço dos telefones pois, a partir de 2010, poderão ser comprados sem carregador.

As marcas aderentes são: Nokia, Motorola, Apple, NEC, Research in Motion, Texas Instruments, LG, Sony Ericsson, Qualcomm e Samsung.

Esta noite sonhei com Mário Lino...

Trazemos hoje um artigo de Miguel Sousa Tavares, publicado no Expresso em 29.06.2009, sob o título "Esta noite sonhei com Mário Lino".

Fala de obras públicas e do retorno do respectivo investimento.

A construção da 3ª auto-estrada Lisboa-Porto, o TGV, o aeroporto de Alcochete, a nova ponte rodo-ferroviária sobre o Tejo, o governo e a oposição, as portagens, a barragem do Alqueva e não esquecendo a agricultura, Miguel Sousa Tavares aborda estas questões de forma subtil, pertinente e crítica, como é aliás seu timbre.

Sem questionar o valor acrescentado que cada uma destas obras trará ao nosso país, desejamos que nas mesmas, caso se concretizem, não se verifiquem as habituais derrapagens, característica tão comum nas obras públicas portuguesas, tal como aconteceu noutras bem conhecidas, como a Casa da Música no Porto, a Ponte Rainha Santa Isabel em Coimbra, o Túnel do Terreiro do Paço, a ampliação do Aeroporto Sá Carneiro ou a reabilitação do Túnel do Rossio.

Segundo dados do Tribunal de Contas, nestas obras verificou-se um desvio financeiro superior a 210 milhões de euros, com atraso médio de 4 anos na conclusão das mesmas.

E nestes casos... já se sabe... quem paga é sempre o mexilhão!

.
As imagens que ilustram os textos publicados neste blogue são seleccionadas, aleatoriamente, através do motor de busca Google. Agradecemos aos respectivos autores o enriquecimento visual que os seus trabalhos proporcionam e, se não divulgamos a sua origem é porque, na maioria dos casos, a mesma é, para nós, desconhecida. Para salvaguarda dos direitos de autor, estamos à inteira disposição dos eventuais lesados, para revelar a identidade do criador das fotos e/ou desenhos publicados. Observador@
.