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Chamem a Polícia!

O medo de serem agredidos ou baleados, está a levar cada vez mais polícias a gastar do seu bolso para comprarem equipamento de protecção.
Os agentes da PSP e militares da GNR estão a comprar, às próprias custas, equipamento básico de protecção pessoal que não está a ser garantido pelos comandos. Chega ao ponto de as maiores estruturas sindicais destas forças de segurança, terem feito acordos com empresas privadas para conseguirem descontos e facilidades de pagamento a prestações.
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Não estamos a falar de nenhum país do terceiro mundo, esta é, infelizmente, a actual realidade da polícia portuguesa...
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Ver mais informação aqui e aqui.
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Restaurantes Solidários

Doze restaurantes do concelho de Santa Maria da Feira estão a oferecer 60 refeições por semana a pessoas que, devido à sua situação de pobreza, não têm uma alimentação equilibrada.

Parabéns aos promotores desta iniciativa pioneira, a qual, na nossa opinião, poderia e deveria ser extensiva a todo o país.

Notícia completa aqui.
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Alerta: Fome!


Segundo o mais recente relatório da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, este ano mais de 1.020 milhões de pessoas vão passar fome e o fluxo de ajuda alimentar será o mais baixo das duas últimas décadas.


O crescimento não regulado da população acelera as alterações climáticas, danifica os ecossistemas e condena vários países à pobreza.

Actualmente, nascem todas as semanas mais 1,5 mil milhões de seres humanos, o que pode conduzir a um desastre planetário, advertem os peritos.

Embora tenha havido progressos na redução da fome, em 1980 e no início da década de 90, depois disso, os números têm crescido lenta e persistentemente. Nos países em desenvolvimento, os mais pobres não têm poder de compra para adquirir géneros alimentícios básicos. E em plena crise, os mais ricos cortam os fundos de ajuda alimentar.

A fome mata mais que a sida, a malária e a tuberculose juntas, atingindo um em cada seis habitantes do planeta.
Centenas de milhões de pobres e famintos em todo o mundo, apelam à solidariedade de todos aqueles que se afogam no consumismo e no desperdício.

Mas será que a solidariedade é entendível por todos? Não!
Na verdade, continuam a haver muito poucos utópicos neste planeta. Aqueles que conseguem ver no Outro uma pessoa que co-habita no mesmo mundo e sobretudo, são capazes de entender que se ele estiver mal, então todos também estaremos.
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(Fontes de Informação: 1 / 2)
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1 Minuto de Reflexão


"Por que motivo se segue a maioria? É por ter mais razão? Não, é por ter mais força.
Por que motivo se seguem as antigas leis e opiniões? É porque são mais sãs? Não, mas são únicas, e arrancam-nos a raiz da diversidade."

(Pascal)


Bom Fim-de-Semana!


"A Felicidade mantém-te gentil
Os obstáculos mantêm-te forte
As mágoas mantêm-te humano
Os choques mantêm-te humilde

Tu és tão especial!"

Que Inveja!!

Mais pertinaz do que o ódio, mais intensa do que os ciúmes, tão antiga como o ser humano. A inveja é universal, mas ninguém admite senti-la!
A inveja constitui um tabu social que se carrega em silêncio, porque, no fundo, implica uma admissão de inferioridade que não convém revelar em público. Este comportamento, segundo o sociólogo Francesco Alberoni, da Universidade Livre da Língua e da Comunicação, de Milão (Itália), deve-se ao facto de a inveja ser, essencialmente, "uma reacção perante o reconhecimento da derrota".
Confrontados com o inalcançável e na tentativa de negar a frustração que nos produz, agimos de formas muito distintas. Algumas pessoas optam por imitar a figura que invejam (ou admiram) - a inveja emulativa (sã) pode constituir um estímulo, pois leva-nos a procurar redobrar os esforços para atingir o mesmo êxito; outras, se forem incapazes de atingir o mesmo objectivo, mergulham na depressão - a inveja depressiva pode nos fazer sentir uns inúteis; um terceiro grupo de indivíduos escolhe criticar, ou mesmo conspirar contra as pessoas que os ultrapassaram - a inveja hostil pode nos levar a odiar a pessoa invejada. Tudo depende da importância que se atribui ao objecto da nossa inveja e, sobretudo, do invejado.
Sentimos, então, inveja quando verificamos que outra pessoa ficou com algo que desejamos intensamente, ou consegue alcançar o que para nós é impossível. O resultado, em qualquer dos casos, é que a nossa auto-estima se ressente.
Exposto isto, alguns sociólogos, como o italiano Francesco Alberoni, autor de Os Invejosos, afirmam que é possível "domesticar" este desagradável sentimento. Para isso, sugerem que se sigam alguns passos:
Reconhecer que se é invejoso.
Expressar a inveja com humor.
Compreender o que se esconde por detrás dela. Poderá ser, por exemplo, um anseio de adolescência não satisfeito ou expectativas para a vida adulta não concretizadas.
Relativizar as vantagens dos outros, isto é, dar-se conta de que ninguém é realmente assim tão feliz como por vezes, à primeira vista, vendo de fora, se pode pensar.
Ser imparcial e considerar desapaixonadamente os êxitos alheios.
Não provocar e alimentar inutilmente a inveja por parte dos outros.

Já D. Quixote dizia: "Todos os vícios, Sancho, trazem consigo um não sei quê de deleite; mas o da inveja não, só desgostos, rancores e raiva."

(Fonte: revista Super Interessante, Nº 68)

1 Minuto de Reflexão


"É perfeitamente monstruoso o actual hábito de se dizer nas costas das pessoas, e contra elas, coisas que são absolutamente verdadeiras."


Bom Fim-de-Semana!


"É preciso COMUNICAR ao outro os nossos desejos, pedidos, necessidades de carinho e compreensão, e fazê-lo de uma forma que o outro compreenda, em vez de esperar que o 'subentenda' através dos nossos gestos e atitudes."

(Filipa Dinis, Psicóloga)
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