.
.

Adolescentes em corpos de Adultos

«Acho sempre muito divertido quando a Organização Mundial de Saúde diz que a adolescência termina aos dezoito anos. No sentido interior do termo, somos todos um bocado adolescentes para sempre.
Da adolescência à experiência parental é tudo muito rápido. As pessoas vêem-se obrigadas a crescer muito depressa. Tem poucas experiências verdadeiramente relevantes. De um momento para o outro, são devorados pela voracidade da rotina. O importante é terminar a faculdade, arranjar trabalho, um bom carro, casa e por aí fora. Aos quarenta anos, apercebem-se que não tiveram tempo de olhar para todas aquelas questões que fazem parte da natureza humana. Então, são invadidas por sensações contraditórias. Voltam a questionar-se. E há sempre quem as condene. Como se isto de nos questionarmos, de reflectirmos sobre os nossos sonhos, as nossas relações, as nossas vidas, fosse qualquer coisa própria da adolescência. Como se todos aqueles que continuam a interrogar-se fossem uma espécie de produtos fora de prazo. É inquietante! E é muito saudável sentir que temos, sempre, direito a ter colo! Este não pode ser unicamente tolerado em relação às crianças. Todos nós precisamos de colo. Todos nós nos deprimimos à falta dele!
Há que se fazer sempre um balanço de vida! De percebermos como nos podemos transformar. E isso é essencial! É importante que as pessoas possam aprender a conhecer-se melhor, que possam rentabilizar-se como pessoas, que reconheçam aqueles que estão na primeira fila do seu coração e que possam dar-se a possibilidade de serem mais felizes.
Passamos a vida a confundir o saber com a sabedoria. Mas, as pessoas só se tornam sábias se forem adolescentes para sempre. Se se forem interrogando, se se forem deslumbrando com a vida. Nesse sentido, ficam mais bonitas à medida que se tornam mais velhas. Ficam mais Pessoas!»

(Eduardo de Sá, Psicólogo)

PRESERVE A NATUREZA!


.

1 Minuto de Reflexão


"Quando uma pessoa se apresenta assumidamente como homossexual e quer dar sangue, eu interpreto como uma provocação."

(Gabriel Olim, presidente do Instituto Português do Sangue, em entrevista ao i)

.

Bom Fim-de-Semana!


"Todos sonhamos à noite
Nos intervalos empoeirados da mente
Nos sonhos encontramos a verdade
Tornamos o sono nosso confidente
Despertamos para a nossa vaidade
Sentimos as nossas paixões
E num caleidoscópio de ilusões
Sabemos que o sono mente
Mesmo assim cerramos os olhos
Retomamos as fantasias
Desfeitas ao acordar, de repente
Pela breve espuma dos dias
E nesses sonhos sonhados
De dias sempre incertos
Queremos que o sonho volte
Temos dias de saudades
De sonhar os sonhos com olhos abertos."
.
(Sonhar os sonhos com olhos abertos, Raul Cordeiro)

Sexta-Feira 13!

Dia de superstição para uns, apenas e só mais uma véspera de fim-de-semana para outros.
Ao longo da história da Humanidade, poucos são os povos que viveram sem superstições ou crenças irracionais, de que forças sobrenaturais influenciam as nossas vidas.
Se é certo que, na maioria dos casos, as superstições contrariam toda a lógica, também não é menos verdade que nos podem ajudar a ultrapassar a nossa insegurança e auxiliar a lutar por objectivos que, se nos sentíssemos sós, nem tentaríamos alcançar.
Todos teremos as nossas pequenas superstições, algumas delas cuja origem até desconhecemos, mas que nos habituámos a respeitar e evitamos contrariar, não vá isso dar azar!
Lagarto! Lagarto! Lagarto!
.

Uma ideia feliz!


A pensar nos invisuais, a investigadora Madalena Sena, da Universidade da Beira Interior, desenvolveu um trabalho inovador ao criar uma etiqueta para vestuário, em braille. Desta forma, os cegos podem saber as cores que estão a utilizar nas suas roupas.
.
Fontes Informação: Jornal Online da UBI e RTP
.

Na hora da reforma...


«Nos países desenvolvidos, o número de pessoas que se aproxima da idade da reforma cresce a uma velocidade espantosa. Graças aos avanços da medicina, não só uma parcela maior da população sobrevive até à idade da reforma, como também vive muito tempo depois de se aposentar.

.
Mas como encaram Homens e Mulheres a entrada nesta fase da vida?
.
Para o Homem, a reforma é um desastre consumado e pode inclusivamente contribuir para uma morte precoce. Não é a perda do emprego que é responsável por toda esta ansiedade, é a perda de algo bastante maior – a sua identidade.
O Homem sente que possui tantos conhecimentos e experiência, adquiridos ao longo duma vida inteira, que os seus patrões e colegas não poderão perder todo esse património e ainda assim continuar em frente. A súbita perda de amigos e colegas, de estatuto e de sensação de importância, rapidamente abrirá caminho à depressão. A perda de identidade de um homem é, em muitos aspectos, semelhante à perda de um ente querido. O processo tem início com a negação, seguida de depressão, revolta e, desejavelmente, um dia, aceitação.
.
Por comparação com os Homens, a maior parte das Mulheres tende a entrar placidamente na reforma, sem problemas de maior e simplesmente “seguindo com a vida”.
A Mulher reformada mantém facilmente a rede de contactos sociais que construiu ou integra-se facilmente em novas redes. Quando a vida de providenciadora de rendimento chega ao fim, ela dá seguimento a todas as outras facetas da vida; ela nunca se reforma. A identidade feminina é multifacetada.
.
A forma como Homens e Mulheres lidam com a aproximação da velhice e da reforma ilustra a diferença das duas organizações cerebrais.
Ao longo dos tempos, o
s Homens sempre se definiram a si próprios pelo seu trabalho e pelas suas realizações, considerando, na maioria dos casos, que a parte mais importante das suas vidas é o seu trabalho. Pelo contrário, as Mulheres, avaliam o seu próprio valor através dos seus relacionamentos, sendo a família a sua prioridade máxima.»
.

(Do livro "Porque é que os homens mentem e as mulheres choram", de Allan e Barbara Pease)
.

Poupar o Ambiente (e dinheiro...)

Julga que proteger o planeta é caro?

Neste artigo da revista Visão pode encontrar dezenas de sugestões, para aplicar no seu dia-a-dia, que provam que é possível ser-se amigo da Terra e ainda reduzir as contas da casa.
.

.
As imagens que ilustram os textos publicados neste blogue são seleccionadas, aleatoriamente, através do motor de busca Google. Agradecemos aos respectivos autores o enriquecimento visual que os seus trabalhos proporcionam e, se não divulgamos a sua origem é porque, na maioria dos casos, a mesma é, para nós, desconhecida. Para salvaguarda dos direitos de autor, estamos à inteira disposição dos eventuais lesados, para revelar a identidade do criador das fotos e/ou desenhos publicados. Observador@
.