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1 Minuto de Reflexão

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"Há duas fontes eternas de alegria pura: o bem realizado e o dever cumprido."
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(Eduardo Girão)
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Bom Fim-de-Semana!

Olhei o povo
Imerso em terror
E perguntei-me:
Onde está o amor?
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Olhei a guerra,
A ambição voraz,
E perguntei-me:
Onde está a paz?
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Olhei o deserto,
Outrora floresta colorida,
E perguntei-me:
Onde está a vida?
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Olho este mundo,
Outrora limpo e puro,
E pergunto-me:
Ainda teremos futuro?
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(Olhei, de Patrícia Barrocas)
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Idade da Sabedoria


A sociedade acordou para a realidade do envelhecimento acelerado do corpo social, fenómeno deveras preocupante pela sua vastidão. Socialmente o envelhecimento retira às pessoas o lugar e as funções que exercem na sociedade, atribuindo-lhes o estatuto de "idosos". Nos meios rurais, mantêm até mais tarde a consciência de serem úteis e mostram-se capazes de decidir por si próprias, prolongando algumas actividades; nos ambientes sociais citadinos, a passagem à situação de "reformado" acontece mais cedo e de uma forma mais agressiva. Geralmente põe de lado pessoas ainda aptas e válidas.

No sistema moderno de produção, os idosos são geralmente relegados para um lugar secundário e refugiam-se na solidão, abandonados em casa ou nos lares da terceira idade. As gerações tendem a afastar-se cada vez mais umas das outras e raramente os idosos têm a oportunidade de colaborar com os jovens, sentindo-se ignorados e socialmente mortos.
Os idosos terão de reagir a esta situação degradante, assumindo o dever de garantir a continuidade e a comunicação dos valores humanos, que são fruto de sabedoria, de vivências de gerações e transmiti-los pelo diálogo e pelo afecto.
As pessoas deveriam preparar-se para a velhice através de um processo normal, criando alternativas à profissão para o tempo de reforma. A velhice é tempo de sabedoria e síntese de todas as idades.
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Tema de Fundo


Chegados ao 3º milénio, somos capazes de identificar alguns avanços que nos colocam a anos-luz da realidade dos nosso antepassados.
Aliás, basta pensarmos na evolução ocorrida contemporaneamente à nossa existência, para termos motivos de esperança e regozijo.
Enquanto há décadas atrás as mulheres continuavam a ser consideradas como menores de idade, equiparáveis às crianças, sendo-lhes, portanto, "impossível" ou, pelo menos, "inadequado" o acesso à educação e à participação na vida pública, hoje, seriam multidões aqueles que teriam vergonha de reiterar que elas sejam "filhas de um deus menor".
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Sabemos, no entanto, que continuam a existir muitas formas de exploração e de subordinação das mulheres, umas mais gritantes (basta pensar-se no tráfico de mulheres, nas violações em contexto de guerra ou de paz, na violência familiar, nas formas de submissão das mulheres, justificadas em nome da religião), outras mais subtis, que podem passar, inclusivamente, pela aplicação na actualidade do adágio de Balzac: "exaltar a mulher para melhor a submeter".
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Não há questão das mulheres que não seja uma questão de toda a humanidade: enquanto grande parte da população do planeta azul passar pela vida num mero registo de sobrevivência, "não há homem nem mulher" no grito pela necessidade, anseio e urgência de justiça. Enquanto grande parte dessa humanidade faminta for constituída por mulheres e crianças, esse problema fere de morte o futuro de todos. Enquanto a guerra afectar mulheres e crianças das formas cruéis, hediondas, intencionais ou "colaterais" que conhecemos, o futuro da humanidade está ameaçado na sua própria "humanidade", quer dizer naquilo que distingue os seres humanos como tais: a sua capacidade de compaixão e de verbalização da paixão de viver com os outros.
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(Adaptação do texto Mulheres na Passagem do Milénio, de Teresa Martinho Toldy)
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Procura-se Donos de Raça!!

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1 Minuto de Reflexão

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"Perigosa é a mentira que dizemos a nós próprios."
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(Gabriel, O Pensador)
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Bom Fim-de-Semana!


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A Importância do Cinto de Segurança...



...Mesmo se for a 50 Km/h
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