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"Mesmo as noites totalmente sem estrelas podem anunciar a aurora de uma grande realização."
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(Martin Luther King)
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Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta aos seus discípulos:
“Porque é que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?”
“Gritamos porque perdemos a calma”, disse um deles.
“Mas, porquê gritar quando a outra pessoa está ao teu lado?” questionou novamente o pensador.
“Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça”, retorquiu outro discípulo.
E o Mestre volta a perguntar: “Então não é possível falar em voz baixa?”
Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador.
Então ele esclareceu: “Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecido?”
O facto é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, os seus corações afastam-se muito.
Para encurtar essa distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente.
Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para se ouvirem um ao outro.
Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas?
Elas não gritam. Falam suavemente. E porquê?
Porque os seus corações estão muito perto. A distância entre eles é pequena.
Às vezes estão tão próximos, que nem falam, sussurram.
E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, basta apenas o olhar. Os seus corações entendem-se.
Por fim, o pensador concluiu, dizendo:
“Quando vocês discutirem, não deixem que os vossos corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que nunca mais encontrarão o caminho de volta..
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Quando a última Árvore tiver caído, Quando o último Rio tiver secado, Quando o último Peixe for pescado, Vocês vão entender que dinheiro não se come!
(Greenpeace)
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"Há duas fontes eternas de alegria pura: o bem realizado e o dever cumprido."
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Olhei o povo
Imerso em terror
E perguntei-me:
Onde está o amor?
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Olhei a guerra,
A ambição voraz,
E perguntei-me:
Onde está a paz?
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Olhei o deserto,
Outrora floresta colorida,
E perguntei-me:
Onde está a vida?
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Olho este mundo,
Outrora limpo e puro,
E pergunto-me:
Ainda teremos futuro?
.~.
.(Olhei, de Patrícia Barrocas)
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A sociedade acordou para a realidade do envelhecimento acelerado do corpo social, fenómeno deveras preocupante pela sua vastidão. Socialmente o envelhecimento retira às pessoas o lugar e as funções que exercem na sociedade, atribuindo-lhes o estatuto de "idosos". Nos meios rurais, mantêm até mais tarde a consciência de serem úteis e mostram-se capazes de decidir por si próprias, prolongando algumas actividades; nos ambientes sociais citadinos, a passagem à situação de "reformado" acontece mais cedo e de uma forma mais agressiva. Geralmente põe de lado pessoas ainda aptas e válidas.No sistema moderno de produção, os idosos são geralmente relegados para um lugar secundário e refugiam-se na solidão, abandonados em casa ou nos lares da terceira idade. As gerações tendem a afastar-se cada vez mais umas das outras e raramente os idosos têm a oportunidade de colaborar com os jovens, sentindo-se ignorados e socialmente mortos.
Os idosos terão de reagir a esta situação degradante, assumindo o dever de garantir a continuidade e a comunicação dos valores humanos, que são fruto de sabedoria, de vivências de gerações e transmiti-los pelo diálogo e pelo afecto.
As pessoas deveriam preparar-se para a velhice através de um processo normal, criando alternativas à profissão para o tempo de reforma. A velhice é tempo de sabedoria e síntese de todas as idades.
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