Quando os propósitos são compartilhados, o consciente colectivo altera-se!... E o Mundo como o conhecemos mudará!
Acaso já viste
o olhar triste
da criança sem amor?
Acaso reparaste
quando por ela passaste
no seu rosto sem cor?
das que vegetam nos bairros de lata
inocentes vítimas
da sociedade indiferentese destrói e mata!
Acaso afagaste
seu rosto tristonho
sem luz, sem sonho!e te lembraste
de a levar a passear
deixando-a correr
brincar, saltar
sobre a relva de jardins
onde não pode entrar?!
E por fim trataste de a alimentar?
Se nada tens feito
para a educar
vestir e calçar,
se nada disseste a protestar
contra o abandono
da criança da rua
e da separação
da que vive feliz,
a culpa é só tuae não tens coração!
.(Sotero Tavares)
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Quando tudo parece correr mal, é a nossa atitude perante as dificuldades que determina a forma de as ultrapassar.Sentimos desânimo, duvidamos das nossas capacidades e ficamos aborrecidos, tanto connosco próprios como com as outras pessoas.
O facto de não termos conseguido levar avante uma determinada intenção não significa que vá ser sempre assim, nem que o nosso valor como pessoa esteja a ser posto à prova. O fracasso é uma parte integrante da grande experiência que é VIVER e, por essa razão, mais importante do que o contratempo, é o modo como a ele se reage.
Há sempre duas atitudes a tomar: fazer o que é preciso para superar a situação ou deixar que as circunstâncias nos derrotem.
Aprendamos a ter atitudes positivas, ou seja, pensemos positivo. E, para que tal aconteça, teremos que abrir um canal de comunicação com o nosso próprio EU.
Em vez de nos pressionarmos com pensamentos negativos, será de todo vantajoso que ganhemos o hábito de pensar de forma positiva.
Assim, o nosso estado emocional começará a mudar e teremos, da VIDA, uma visão muito mais optimista.
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Assim, o nosso estado emocional começará a mudar e teremos, da VIDA, uma visão muito mais optimista.
“É preciso sempre saber quando uma etapa chega ao fim…
Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.
Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa os nomes que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já acabaram.
Foi despedido(a)? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver noutro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações? Você pode passar muito tempo a perguntar-se por que é que isso aconteceu…
Pode dizer a si mesmo(a) que não dará nem mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas na sua vida, a serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: os seus pais, os seus amigos, os seus filhos, os seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que está parado(a).
Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem connosco.
O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já se foi embora e não tem a menor intenção de voltar…
As coisas passam e o melhor que fazemos, é deixar que elas realmente se possam ir embora… Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.
Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está a acontecer no nosso coração… e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar. Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.
Ninguém está nesta vida a jogar com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos e outras vezes perdemos!
Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam o seu esforço, que descubram o seu génio, que entendam o seu amor! Pare de ligar a sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como sofreu com determinada perda: isso estará apenas envenenando-o(a), e nada mais!
Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceites, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do «momento ideal».
Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo(a) que o que passou, jamais voltará!
Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa – nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade!
Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante!
Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.
Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda o pó! Deixe de ser quem era, e transforme-se em quem é! Torne-se numa pessoa melhor e assegure-se de que sabe bem quem é, antes de conhecer alguém e de esperar que ele veja quem é!
E lembre-se:
Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão!"
(Autora: Maria Duarte Bello - "50 segredos de Coaching para Portugueses")
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