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Mensagens

Florestas

Basta pensarmos um pouco para concluirmos que a vida do Ser Humano sempre dependeu, e dependerá, da existência das árvores e da floresta. Aliás, e porque é o elo que liga as diferentes actividades orgânicas, é impossível imaginar a Terra sem vegetação e sem zonas verdes. A vida começou no mar e foram as plantas que iniciaram a conquista da Terra, adaptando-se e desenvolvendo-se. As florestas aparecem intrinsecamente ligadas aos humanos. Ainda assim, o Ser Humano terá pensado, em certo momento, que elas eram um obstáculo à implantação de aldeias e cidades e ao progresso da civilização. Sem árvores e sem vegetação não poderíamos viver. Elas dão-nos o oxigénio para respirar e absorvem o excesso de anidrido carbónico contido na atmosfera. A mais recente avaliação efectuada pela ONU (Organização das Nações Unidas) conclui que as florestas ainda cobrem 30% da área do nosso planeta. Temos hoje os conhecimentos necessários para saber que é preciso conservar as florestas e como con...

Promover a Leitura

Os números desmentem a ideia de que se lê cada vez menos: os portugueses leem mais jornais, mais  revistas e mais livros. Mas promover a leitura é uma missão continuamente inacabada, alertam os especialistas. À primeira vista, a realidade é desanimadora: Portugal está na cauda da Europa em relação à leitura. O número de pessoas que leu pelo menos um livro nos últimos 12 meses mal ultrapassa os 40% (segundo as estatísticas da Eurostat) e uma em cada três pessoas confessa nunca ler jornais. No entanto, os especialistas determinam a leitura destes números com algum distanciamento e muita cautela. Não só o país partiu em desvantagem, pois durante o século XX viveu 40 anos sob um regime de ditadura, sob censura e com níveis de escolaridade muito baixos, como os indicadores internos permitem olhar para o futuro com otimismo, uma vez que existe uma evolução significativa e a tendência continua a ser de melhoria. Entre 1988, quando foi realizado o primeiro inquérito sociológico so...

Portugal | Crise faz disparar homicídios

O número de homicídios em Portugal está a crescer! Os sinais de alarme começaram em 2012, “mas a tendência manteve-se no primeiro trimestre deste ano, com uma subida de 20%”. Foram registados 71 homicídios no país desde o início do ano, mais oito do que entre janeiro e o final do mês de julho de 2012. Enquanto uma fonte no Ministério Público explica que a crise provoca “uma maior conflitualidade nas casas das famílias”, um especialista de uma associação de apoio psicológico garante que Portugal vive “numa ditadura financeira e as pessoas perderam a esperança de que as coisas mudem. Os problemas financeiros acumulam-se e agravam-se. As pessoas estão desesperadas e caem na violência”. Fonte:  http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/3972691-crise-faz-disparar-homicidios

Em Vida, Irmão, Em Vida

Se quiseres fazer feliz alguém a quem amas muito, diz-lho hoje, sê bom... Em vida, irmão, em vida. Se desejas dar uma flor, não esperes que morram, manda-a hoje com amor... Em vida, irmão, em vida. Se desejas dizer "gosto de ti" às pessoas de tua casa e ao amigo próximo ou afastado... Em vida, irmão, em vida. Não esperes que as pessoas morram, para lhes quereres bem e fazer-lhes sentir o teu afecto... Em vida, irmão, em vida. Tu serás muito mais feliz, se aprenderes a fazer felizes a todos os que conheceres... Em vida, irmão, em vida. Nunca visites panteões, nem enchas túmulos de flores, enche corações de amor... Em vida, irmão, em vida.   (do livro “Parábolas Como Setas”, de Manuel Sánchez Monge)

Filosofia de Vida

Um professor, durante a sua aula de filosofia, sem dizer uma palavra, pegou num frasco de maionese, esvaziou-o e, de seguida, encheu-o com bolas de golfe.   A seguir perguntou aos alunos se o frasco estava cheio. Os estudantes responderam que sim.  Então o professor pegou numa caixa cheia de caricas e meteu-as no frasco de maionese. As caricas encheram os espaços vazios entre as bolas de golfe.   O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio e eles voltaram a dizer que sim. Então, o professor pegou numa caixa cheia de areia e esvaziou-a para dentro do frasco de maionese. A areia encheu todos os espaços vazios e uma vez mais o professor voltou a perguntar se o frasco estava cheio. Nesta ocasião os estudantes responderam em uníssono "Sim!". De seguida o professor acrescentou 2 taças de café ao frasco e o café preencheu todos os espaços vazios entre a areia. Os estudantes nesta ocasião começaram a rir, mas repararam que o professor estava sério e disse-l...

O Papel dos Pais na Vida do Bebé

Regra geral, a mãe é vista como sendo o elemento mais importante na vida da criança. E este é um facto compreensível e a tendência mais evidente. Parece que muitas vezes o pai é esquecido ou subvalorizado, como se só aparecesse na vida do bebé mais tarde e permanecesse espectador e passivo nos primeiros meses e anos de vida da criança. Reconhecer o lugar do pai não é torná-lo idêntico ao da mãe ou em competição com esta, mas é conferir-lhe um relevo único e muito importante na vida do bebé. Os dados mais recentes parecem indicar a complementaridade das funções, comportamentos e atitudes de pai e mãe, justificando a importância central de ambos no processo de desenvolvimento dos filhos e a sua especificidade funcional. Pai e mãe reagem de forma diferente para com os filhos. Por exemplo, as mães sorriem mais, vocalizam mais, mas mexem menos no bebé. Os pais, mais silenciosos, com mímicas sérias, fazem o bebé espernear e brincam com ele, o que provoca, regularmente, grandes gargalhadas...

Conto das Três Europas

Três Europas paralelas habitam a UE, cada uma com objetivos próprios. E o orçamento único, que costumava uni-las, é cada vez mais uma fonte de divisão e, a longo prazo, vai tornar-se insustentável. A primeira Europa, atingida pela crise da dívida, cerra fileiras para se salvar do desastre. Fá-lo com maior ou menor êxito, mas, pelo menos para já, tem-se mantido de pé. A segunda Europa está na bancada, observando nervosamente como correm as coisas na primeira. Não se quer juntar a ela no imediato, porque não sabe se ela vai sobreviver e tal associação tem custos. Mas teme que, se a primeira Europa sobreviver, o fosso que as separa venha a aumentar muito. E que, quando finalmente se lhe juntar, não tenha peso. Uma esquizofrenia. A terceira Europa já não é realmente Europa. Vive na sombra de uma antiga glória, coberta pela pátina de um império, convencida da sua singularidade e capacidade de sobreviver sem as outras Europas. É dominada pelo egoísmo nacional. É por isso que a terce...