Avançar para o conteúdo principal

Mão Estendida...


Muitos julgam que só os feitos excepcionais ou os actos de heroísmo podem fazer um mundo melhor e mais empolgante. Porém é no conjunto dos pequenos esforços, dos pequenos actos de bondade e de solidariedade que se concentra a nossa contribuição para o bem-estar do próximo e até de nós mesmos! É através destes Pequenos Grandes Gestos que se constrói um mundo mais promissor!
Todos os dias nos surgem oportunidades de amenizar a vida de alguém, através de uma mão estendida, uma palavra de estímulo, um sorriso... Podemos ser uma fonte de força para os que nos cercam. A longo prazo, esses pequenos actos de amor podem ter mais significado do que um feito singular.
Precisamos de estar relacionados com pessoas, porque necessitamos delas... porque nos faz falta a sua ajuda, a sua presença, o seu carinho, a sua atenção!... Desculpem dizer-vos, mas, infelizmente, muitas vezes procura-se a relação só por um benefício egoísta! Procura-se quem é útil e pode ajudar em qualquer momento... Se não pode beneficiar, já não interessa!!
A relação pessoal pode ser algo mais do que uma exploração do que o outro nos pode dar... e, estabelece-se, assim, um intercâmbio de bens! Procura-se com este intercâmbio de bens, de sentimentos, de ideias,... enriquecer-se mutuamente e, ao mesmo tempo, procura-se evoluir. É um passo mais inteligente e algo mais humano!

"Deus poderia ter criado marionetas num mundo perfeito, mas, afinal, todos preferem ter o direito de escolha, correr riscos, inerentes à liberdade da acção individual. A nossa responsabilidade é lutar por um mundo onde a maioria das escolhas se incline pelo bem."
(Joel Oseran)

Pois... mas mais importante do que terminar de reflectir, escrever e/ou falar tudo isto... é mesmo, simplesmente actuar!!

Comentários

  1. As palavras sem acções são como os obuzes sem granadas: só deitam fumo!...

    ResponderEliminar
  2. Corrigindo a pontaria:
    "As palavras sem acções são como os obuses sem granadas:só deitam fumo!..."

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Mensagens populares deste blogue

Em Vida, Irmão, Em Vida

Se quiseres fazer feliz alguém a quem amas muito, diz-lho hoje, sê bom... Em vida, irmão, em vida. Se desejas dar uma flor, não esperes que morram, manda-a hoje com amor... Em vida, irmão, em vida. Se desejas dizer "gosto de ti" às pessoas de tua casa e ao amigo próximo ou afastado... Em vida, irmão, em vida. Não esperes que as pessoas morram, para lhes quereres bem e fazer-lhes sentir o teu afecto... Em vida, irmão, em vida. Tu serás muito mais feliz, se aprenderes a fazer felizes a todos os que conheceres... Em vida, irmão, em vida. Nunca visites panteões, nem enchas túmulos de flores, enche corações de amor... Em vida, irmão, em vida.   (do livro “Parábolas Como Setas”, de Manuel Sánchez Monge)

Tostões vrs Milhões

Nos últimos dias temos sido bombardeados, pela comunicação social, com a notícia da contratação de um futebolista, por sinal português, por um grande clube espanhol. O dito desportista vai auferir qualquer coisa como 750.000 euros mensais, ou seja, o equivalente a 55 salários mínimos por dia! Exagero?! Injustiça?! Egoísmo?! Ganância?!... Não vamos dirigir a questão nesse sentido. Sabemos, isso sim, que os menos afortunados, que dia-a-dia contam os parcos cêntimos que lhes sobram na carteira, já só desejam que não apertem mais a corda que lhes sufoca a sobrevivência e, dessa forma, os deixem respirar e resistir nesta “selva sem lei”. No outro extremo, os novos-ricos dão-se a luxos, esbanjamentos e, o mais estranho para nós, ainda conseguem a proeza de serem idolatrados e quase elevados à categoria de deuses. Uns a tentar manter a cabeça à tona de água, outros até a dormir enriquecem. Numa sociedade marcadamente materialista e consumista, as assimetrias sociais são cada vez mais notórias...

E-mail enviado ao Primeiro Ministro José Sócrates [07-02-11], por André Moreira

Excelentíssimo Primeiro Ministro, O meu nome é André Moreira, mas poderia ser João, Maria, Ricardo ou Ana. Sei que provavelmente nem será o senhor a ler este email, provavelmente até ninguém o lerá, no entanto sempre me ensinaram a não desistir. Escrevo-lhe porque nesta tarde de dia sete de Fevereiro deveria estar a estudar matemática (tenho teste amanhã), mas não estou. Não estou porque o senhor me obrigou. Obrigou-me a questionar a razão pela qual estudo. Obrigou-me a esta submissão filosófica. Perceberá tudo mais à frente. Porventura o telefone está a tocar, porventura tem uma grande reunião daqui a cinco minutos, porventura este email apenas conheceu o lixo da sua caixa de entrada… Sou estudante como já deve ter percebido, tenho 16 anos e frequento o 11º ano numa escola pública da localidade de Paredes, uma escola igual a muitas outras. Igual em todos os defeitos que o senhor permitiu que se estruturassem, dentro de um ensino que deveria ser de todos e para todos. No entanto a...