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Sua Santidade o Dalai Lama apoia a causa Animal

"Hoje, em conjunto com um crescente apreço pela importância dos direitos humanos, há uma maior consciência em todo o mundo da necessidade de proteger não apenas o ambiente, mas também os animais e os seus direitos. Infelizmente, continuam a existir aqueles que sentem ser não apenas aceitável, mas também um prazer, caçar ou lutar com animais, resultando nas suas mortes dolorosas. Isto parece contradizer o geral espírito igualitário que hoje cresce na maioria das sociedades.
Creio profundamente que os seres humanos são fundamentalmente amáveis por natureza e sinto que devemos não apenas manter relações gentis e pacíficas com os nossos companheiros seres humanos, mas ser também muito importante estender o mesmo tipo de atitude ao meio ambiente e aos animais que vivem naturalmente em harmonia com ele. Quando era um rapaz que estudava o Budismo no Tibete, foi-me ensinada a importância de uma atitude carinhosa para com os outros. Uma tal prática de não-violência aplica-se a todos os seres sensíveis - toda a criatura viva que tem uma mente. Onde existe uma mente, existem sentimentos como dor, prazer e alegria. Nenhum ser sensível deseja a dor, em vez disso todos desejam a felicidade. Visto que todos partilhamos estes sentimentos nalgum nível fundamental, nós, como seres humanos racionais, temos uma obrigação de contribuir, de todos os modos que pudermos, para a felicidade das outras espécies e dar o nosso melhor para aliviar os seus medos e sofrimentos."

(Sua Santidade o Dalai Lama)..

A Senciência segundo Fernando Silva

"Bem, o que te posso escrever sobre o assunto....?

A diferença entre nós e eles é só uma: eles não falam a nossa lingua mas têm quase todos os nossos sentimentos. Eu iria mais além: terão, eventualmente, um sexto sentido...

O que leva um cão a apoiar o focinho dias seguidos no peito da dona levando-a a consultar um médico e constatar que tem cancro da mama? O que leva esse cão a fazer o mesmo alguns anos depois na outra mama repetindo-se a consulta e constatar-se que os rastreios não mostraram nada mas o cancro estava lá outra vez (posso arranjar-te o depoimento da dona)?

O que leva um cão a deixar de comer até morrer depois da morte do seu dono?

O que leva um cão a recolher água na banheira com uma toalha depositando-a no rosto do dono para que sorva essa água quando este sózinho em casa, é vitima de AVC e fica 15 dias na cama paraplégico sendo salvo pelo cão?

O que leva um cão a adivinhar a chegada do dono a casa mesmo que este chegue a diferentes horas usando diferentes meios de transporte (Reportagem do National Geographic).

O que leva um cão a percorrer mais de mil km para regressar a casa depois de perdido?

O que leva um cão a dirigir-se á praia todos os dias á mesma hora, entrar na água e brincar com um golfinho (reportagem de Telejornal)?

O que leva um cão a arrastar um companheiro atropelado na autoestrada até á berma até que o salvem (vídeo no youtube)?

O que leva um cão numa sessão de TAA (terapias assistidas) a dar todos os brinquedos (lançados por outros) ao paciente mais deficiente de todos os do grupo que é o que não devolve as bolas, quando o que ele gosta e que lhas atirem de novo e, em situações normais, as devolve sempre a quem atirou (Esta tenho documentada em video pois passou-se comigo)?

Seja o que for... será que nada disto envolve sentimento? Se os cães pressentem a nossa dor, doença, estado de espírito, se conseguem criar laços de amizade com outros animais, se fazem luto pela perda de alguém (animal ou humano)... então, não sentirão nessa altura alegria ou tristeza e amor? Talvez esse sentimento tenha para eles outro nome que não deixará de ser um sentimento...

Mas, para mim, continua a ser alegria, tristeza e amor o que eles sentem. "


(Fernando Silva que, baseado na sua vastíssima experiência na educação e treino de animais, e em particular de cães, nos escrevesse algumas palavras sobre o conceito de senciência - a capacidade de um animal sentir dor, sofrimento e stress. Leia aqui aquilo que um dos mais conceituados treinadores de animais do país nos escreveu como resposta.

Currículo sumário do Fernando, para quem não o conhece:
- Curso de treinador de cães de guerra na Base Escola de Tropas Pára-quedistas
- Treinador de cães desde 1985
- Director do Centro de Educação Canina de Cascais (Educacão)
- Juiz de Agility
- Técnico em terapias assistidas com animais
- Concorrente em classe Elite de Obediência
- 3 Vezes campeão Nacional de Obediência
- Treinador de cães para discriminação de cancro pulmonar
- Treinador de animais para Cinema e Televisão
- Monitor da Fundação Bocalan de Espanha
- Autor e orador em diversos seminários. Autor de diversos textos e publicações sobre canicultura.
- Vários cursos de treino de animais para Cinema e Televisão em Portugal, Espanha e no Chile.
- Vários cursos e seminários sobre treino canino em Portugal, Espanha e no Chile.
Possui uma Escola chamada EDUCACÃO - Escola de Treino de cães baseada na confiança e respeito mútuos entre dono e cão. Poderão ver alguns videos de trabalho do fernando no seu blog, nomeadamente o excelente trabalho feito com os Lobos Checos no genérico da telenovela "Deixe que te leve": http://www.educa-cao.blogspot.com/)
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Carta de Luís Filipe Borges ao/pelo PAN


Luís Filipe Borges, comediante, argumentista, cronista e apresentador de televisão, que recentemente entrevistou Paulo Borges no seu programa 5 para a Meia-Noite, fez chegar à PAN - Partido pelos Animais e pela Natureza - o seu apoio sob a forma de uma carta, que transcrevemos abaixo:

Carta ao/pelo PAN
Luís Filipe Borges, 33 anos, açoriano,
comediante, argumentista, cronista do SOL

"Dia 12 de Março fui à minha primeira manif. Falhei por pouco a partida da comitiva do PAN desde o edifício do Diário de Notícias mas passei boa parte da marcha nesse dia histórico a pensar na conversa tida em directo, no dia anterior, com Paulo Borges – meu convidado no 5 para a Meia-Noite. Já estava inclinado a aderir ao PAN e fiquei plenamente convencido. Tenho vergonha de ser cidadão de um país onde não vejo o fruto dos meus impostos, onde os licenciados não encontram vaga profissional, onde os recibos verdes servem o capitalismo desenfreado, onde dois terços dos cidadãos – a avaliar pela abstenção – não se revêem na sua classe política, onde nesta abundam verdadeiros profissionais da dita (sem outros méritos que os reconheçam na sociedade civil), onde os poucos partidos com preocupações ecológicas estão manietados pela ideologia ou pela conveniência, onde os seus governantes são regularmente protagonistas pela negativa de manchetes escandalosas, onde o Código Civil trata os animais ao mesmo nível de objectos inanimados, e onde – até ao passado dia 12 – uma anestesia geral parecia mesmo ter tomado conta de um povo inteiro.

Mas, por outro lado, sinto orgulho em esforços recentes como os do Dr. Fernando Nobre nas Presidenciais, os dos cidadãos independentes e livres que - via redes sociais - convocaram uma das maiores e mais simbólicas demonstrações de indignação na história da nossa democracia, e no percurso já tão honrado de um partido recente, desprovido de cartilhas ideológicas e o primeiro a considerar o todo: homens, animais e natureza - pois se vivemos no mesmo mundo como não poderiam as causas ser comuns?

É por estas e muitas outras que quero estar presente no primeiro congresso do partido e dar a cara pelo PAN, com o mesmo orgulho e honra de todos aqueles, cada vez mais, que voltaram a acreditar na beleza e potencial absolutos da palavra ‘utopia’."
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Nuno Calado apoia o PAN - Partido pelos Animais e pela Natureza

"Vivemos tempos nos quais alertar as consciências é fundamental. O PAN tem uma oportunidade única de não ser apenas mais um partido no panorama nacional, mas um novo partido com uma nova filosofia, que a sociedade civil parece começar a exigir.

Já assistimos ao declínio do comunismo e agora estamos a viver o mesmo com o capitalismo. Mas a democracia ficará em risco caso não exista uma mudança de valores. Uma mudança que olhe mais para a solidariedade do que para o lucro puro e simples, quer no modo como dirigimos a sociedade humana, quer no modo como olhamos e exploramos o planeta Terra e os seus recursos. Poderá existir vida noutros planetas, mas é aqui que vivemos e de nada serve destruir o nosso berço. O respeito pelo meio onde vivemos impõe-se e obviamente teremos de olhar para os outros seres vivos como parceiros.

Respeitar a natureza e os animais é fundamental. Não podemos continuar a maltratar os animais, a torturá-los. Se somos os tais animais racionais que julgamos ser, temos então de tomar atitudes que o provem realmente e não continuar a viver como se fôssemos autistas emocionais, ignorando todo o mal que causamos a tudo o que nos rodeia. Serão os pequenos gestos que farão a diferença no futuro, do não abandono dos animais de estimação ao fim de espectáculos que até podem ser tradicionais (mas já tanta coisa foi tradição e deixou de o ser) e em que se torturam animais, passando pela não aceitação das condições inadmissíveis de cativeiro em que vivem alguns animais apenas para nos darem alguns minutos de diversão diários.

Não tenho dúvidas de que um mundo apenas preocupado com o lucro e produtividade do Homem e sem qualquer tipo de respeito pela natureza e pelos animais será sempre um mundo desequilibrado e sem futuro."

(Nuno Calado, DJ, locutor da Antena 3 e comentarista da SIC Radical)
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MANIFESTO DO PARTIDO PELOS ANIMAIS




"A Vida na Terra manifesta-se de várias formas. Só o número de espécies animais ultrapassa 1 milhão. Cada forma de vida tenta manter-se mesmo que seja à custa de outras formas de vida. As espécies podem ser concorrentes ou relacionar-se como caçador-presa. Todas as formas de vida juntas fazem parte do ecossistema global, que encontra naturalmente um equilíbrio dinâmico. Por esta razão, a vida na Terra não é um paraíso pacífico, mas uma luta permanente que causa sofrimento aos envolvidos, mesmo até à morte.
O ser humano faz parte do sistema ecológico na terra, mas – devido ao seu desenvolvimento mental e à cultura que resulta deste – é capaz de prosseguir os seus próprios interesses à custa de outras formas de vida de uma maneira mais intensa e em maior escala do que qualquer outra criatura. Contudo, esse mesmo desenvolvimento mental também dá ao Homo Sapiens a liberdade de não infligir sofrimento e danos desnecessários a outros organismos e mesmo a membros da sua própria espécie, no presente e no futuro. O respeito pela integridade física e mental de todas as espécies de vida na terra é a base de um relacionamento mais pacífico entre os homens e destes com os animais e com a natureza em geral.

O respeito pela vida ainda não está suficientemente desenvolvido nos seres.

Isto levou e ainda leva a uma enorme brutalidade e negligência do comportamento humano. Como consequência disso, áreas naturais estão a desaparecer rapidamente, espécies animais estão a extinguir-se e o ecossistema global está sobrecarregado e desorganizado, correndo-se o risco do desaparecimento de grandes grupos populacionais.
É moralmente inaceitável que as pessoas explorem a natureza tão intensamente que por essa razão a forma de vida na terra seja mudada drasticamente e o biótipo do ser humano e de outras formas de vida se tornem piores, menores, ou cheguem a desaparecer. Gerações futuras serão mais confrontadas com a consequência disso do que a geração actual. Por isso é de grande importância que as pessoas suportem o limite ecológico. Este tem que se direccionar para a redução da utilização de espaço, solo, energia, plantas e animais.

A Carta da Terra, surgida a partir de uma iniciativa das Nações Unidas em 1987 (United Nations World Commission on Environment and Development: www.earthcharter.org), é utilizada como ponto de partida por organizações relacionadas com a natureza e meio ambiente. A protecção da vitalidade, diversidade e limpeza da terra é, nesta carta, descrita como uma "santa tarefa" do ser humano . No artigo 15 está formulado como alvo especial o respeito e a piedade na forma de lidar com animais. Deve ser impedida a prisão brutal de animais e a caça e métodos de pesca que causem extremo, longo e desnecessário sofrimento devem ser proibidos.
A Carta está direccionada para o uso permanente da natureza pelo homem. Na verdade também são reconhecidas outras formas de vida que a humana e esse reconhecimento do seu valor próprio torna prescritos o respeito e a compaixão no contacto com os animais, embora no que respeita ao uso de animais não existam restrições claras.
Isto aconteceu na Declaração Universal dos Direitos dos Animais da Liga Internacional dos Direitos do Animal em 1977. Aqui não somente fica suposto que todos os animais têm que ser tratados com respeito, mas no artigo 7 é classificada a morte desnecessária de um animal, e qualquer decisão, relacionada com isso, como um "crime contra a vida". A caça por prazer e a pesca desportiva são claramente condenadas, enquanto para o uso de animais para testes são colocadas normas que atendem a uma necessidade e acompanham uma pesquisa de aplicação de alternativas.

Após dois séculos de protecção aos animais já estamos mais que a tempo de reduzir a continuidade do uso de animais.
Os Animais ainda são considerados como objectos subalternos (“coisas” no nosso Código Civil) que podem ser utilizados para os interesses humanos. A exploração dos animais e do seu biótipo, mesmo que seja de curta duração, tem, inevitavelmente, uma consequência negativa para os animais e acaba a maioria das vezes com a morte deles.
Por essas razões, em relação a todas as formas de lidar com o uso de animais, deverá ser cuidadosamente estudado o interesse humano e as consequências para o animal.
O uso de animais para interesses não vitais dos homens pode nessa aproximação ser recalcado e banido. Isto evidentemente é válido também, entre outros exemplos, para a produção da pele, o circo, a tourada, a pesca desportiva e outras formas bruscas de diversão utilizando os animais. Religiões e tradições culturais que agridam o bem-estar dos animais precisam de ser renovadas.
As tradições não são de facto fantasmas inalteráveis, mas podem e devem adaptar-se à mudança dos tempos e a um novo conceito e normas morais humanas, pois no passado fez-se o mesmo.
Também no uso de animais para testes e de animais para consumo humano sempre servirá a dosagem ética de diferentes interesses do homem e do animal. Também aqui devem ser aplicadas alternativas para testes com animais e produtos animais.
O desenvolvimento e aplicação dessas alternativas podem por isso também ser considerados necessariamente éticos.

Um trato cuidadoso e amoroso com a natureza e os animais significa na verdade que os homens demonstram respeito pelo corpo e uma mentalidade íntegra.

A Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948) oferece para isso um adequado ponto de partida. Por eles foram criadas leis onde a pessoa em liberdade e sem opressão e violência pode viver e desenvolver-se. Aqui o homem tem que levar em consideração a própria raça. A sua liberdade termina onde começa a liberdade do outro.
A Declaração Universal dos Direitos Humanos forma, junto com a Declaração dos Direitos do Animal e a Carta da Terra, um ponto de partida prático para a forma segundo a qual o homem com os homens, com os animais e com a natureza se deve relacionar. Este ponto de partida é usado no programa eleitoral do Partido Pelos Animais.
Para que seja possível uma mudança do comportamento humano relativamente ao próprio homem, à natureza e aos animais, é importante que
se proceda a uma profunda reforma das mentalidades e dos factores culturais, sociais, políticos e económicos que as condicionam.
O Partido Pelos Animais apoia assim todas as iniciativas que visem melhorar as condições de vida dos homens, em harmonia com a natureza e as restantes espécies.
O Partido Pelos Animais apoiará e promoverá particularmente acções que visem aumentar a consciência e sensibilidade humanas a respeito do facto evidente de que todos os seres sensíveis desejam igualmente a felicidade e o bem-estar e não desejam sofrer. Por esta via, o Partido Pelos Animais assume estar ao serviço do desenvolvimento do próprio homem, na prática de um novo paradigma mental, ético e civilizacional que torne a humanidade mais fraterna e solidária do universo em que vive e de todas as formas de vida com que convive."

Oeiras, 29 de Maio de 2009

A Comissão Coordenadora:
António Rui Ferreira dos Santos
Pedro Luís Sande Taborda Nunes de Oliveira
Paulo Alexandre Esteves Borges
Fernando Leite
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Marcas que testam em animais - Animal Respect




Considera isto ACEITÁVEL?!

Em nome do quê?!?! Da ciência é que não é!... Já que existem métodos alternativos muito mais eficazes e de resultados infinitamente mais confiáveis!

Da ÉTICA, certamente também não!!

VIVISSECÇÃO é FRAUDE CIENTÍFICA E GENOCÍDIO!!!

Informe-se! Afinal, você não deveria acreditar em qualquer coisa que é vendida a si pela midia e pelos cartéis das empresas que lucram com isso, ou por aqueles cujos títulos de PHD ainda são conferidos a quem se faz valer da tortura, por falta de outras qualificações académicas!

(Por: "CADEIA PARA QUEM MALTRATA OS ANIMAIS")
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Vivisseção: pesquisa ou crueldade?

Imensos animais são mortos todos os anos para serem dissecados em experiências com fins educativos. Muitos destes animais são retirados dos seus habitats naturais e ecossistemas inteiros ficam ameaçados. Muitos animais são submetidos a uma crueldade e sofrimento inacreditáveis até se tornarem “espécimes para dissecação”. Os cães e gatos que se encontram abandonados ou em canis, ratos, coelhos e porquinhos-da-índia são levados para locais que colaboram com escolas e universidades, onde vão ser atordoados e posteriormente aprisionados por um sistema onde lhes vai ser injectado, ainda conscientes, formol. Esta substância, que serve para preservar, quando introduzida no corpo dos animais equivale à introdução de água a ferver.


No entanto, se ao invés da dissecação se optar pela utilização de métodos e ensino alternativos entre os quais se contam a utilização de modelos e simuladores mecânicos, filmes e vídeos interativos, simulação computadorizada e realidade virtual e o uso responsável de animais (animais que morreram naturalmente), poderemos salvar muito animais que são cruelmente mal tratados em nome da ciência.

Fontes:
centroveterariano-org
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Até onde vai a maldade humana...

Vejam a que ponto chega a maldade humana!!... E vejam a FORÇA que o Burne tem e a GRATIDÃO que demonstra!!!

Só mesmo os Animais, Os ditos irracionais, revelam ser ISTO MESMO!! 

ATENÇÃO: Algumas imagens chocantes...


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Olhar a Natureza!

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Lutar é isto!!

(Clique na imagem para aumentar e se ler melhor!)
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...Há dias que marcam a Alma e a Vida da Gente...

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Todos deveriam assistir este vídeo pelo menos uma vez na vida!!...

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"Amazing Grace"


"Amazing Grace"

Um vídeo de mão cheia, onde para além de se ficar a conhecer pormenores interessantes, ouve-se uma "arrepiante" interpretação do espiritual...

"...não é necessário ter-se sido escravo... para se saber o valor de ser livre..."

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