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A actualidade de um texto dos anos 50

Qualquer rapaz que atinja um curso superior e olhe para trás de si, desde a sua infância escolar na instrução primária até ao canudo que lhe deu um título qualquer, pensará: "Finalmente, que ficou de tantos milhares de páginas decoradas? A formação deu-me personalidade? Não! A consciência deu-me uma profissão? Não! A sabedoria de um adulto? Não!" Ficará espantado, mas prosseguirá: "Finalmente, porque perderam tantos professores milhares de horas a ensinar-me? Mas, ensinaram-me o quê? Para que servirão todos os quilos de tinta e papel que gastei a consumir pensamentos alheios?" E chegará à conclusão que metade do que aprendeu de nada lhe servirá por falta de aplicação na vida prática, e que a outra metade que havia de ter aprendido por necessidade em função ao seu futuro, não lha ensinaram. E fica espantado na inutilidade de tantos anos de trabalho seu, dos professores, dos burocratas que vigiaram os seus estudos, dos dinheiros gastos, das energias consumidas...

(extraído do livro "A Estupidez Humana" de Thomas M. Mith)

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