Há, creio eu, uma grande pergunta a que todos nós devemos responder... É se o Ser Humano é bom ou mau, ou, mais simplesmente, o que é que pensamos da Humanidade!
É uma questão que tem, provavelmente, tantas respostas como pessoas há no mundo. Mas dela depende, em grande parte, a nossa atitude perante a
vida.
As respostas optimistas escasseiam: "As pessoas não podem ser melhores", segundo Augusto Assía; "são boas, com reservas", para Henrique Guitard; Amando de Miguel opina que "há poucas pessoas más e quase todas são interessantes".
São muitas mais as respostas pessimistas: a opinião que Gironella tem das pessoas, entre outras menos boas, é "em geral má, já que os instintos continuam a prevalecer sobre a razão e os bons sentimentos." Já Carmen Kurtz diz que "em geral as pessoas metem medo."
Há um grupo que adopta posições depreciativo-compassivas. Para Pérez de Tudela, as pessoas são "volúveis e gregárias". Pablo Serrano assegura que "abunda mais a pobre gente". José Subirachs acha que são "bastante medíocres". E João Perucho diz com carga comovedora: "Geralmente, a humanidade incomoda-me. Por vezes, quando me fixo nas pessoas, inunda-me uma imprevisível piedade, vasta e angustiosa."
José Descalzo responde que, no decorrer da sua vida, foi mudando constantemente a visão das pessoas que o rodeiam. Hoje crê, pouco a pouco, que avança nele a visão luminosa e positiva da humanidade. Crê, efectivamente, que no mundo há bem e mal, mas que superabunda o bem, embora a maior parte das vezes se veja mais o mal, porque faz mais barulho. Como crê que nós fazemos o mal mais por inconsciência, por precipitação, do que por simples maldade. Diz que, apesar das desilusões, continua a acreditar que é preferível ter uma desilusão por mês, por ter confiado nas pessoas, do que passar a vida na defensiva, por pensar que estamos rodeados de monstros.
E, qual é a sua opinião acerca da Humanidade?!
É uma questão que tem, provavelmente, tantas respostas como pessoas há no mundo. Mas dela depende, em grande parte, a nossa atitude perante a

As respostas optimistas escasseiam: "As pessoas não podem ser melhores", segundo Augusto Assía; "são boas, com reservas", para Henrique Guitard; Amando de Miguel opina que "há poucas pessoas más e quase todas são interessantes".
São muitas mais as respostas pessimistas: a opinião que Gironella tem das pessoas, entre outras menos boas, é "em geral má, já que os instintos continuam a prevalecer sobre a razão e os bons sentimentos." Já Carmen Kurtz diz que "em geral as pessoas metem medo."
Há um grupo que adopta posições depreciativo-compassivas. Para Pérez de Tudela, as pessoas são "volúveis e gregárias". Pablo Serrano assegura que "abunda mais a pobre gente". José Subirachs acha que são "bastante medíocres". E João Perucho diz com carga comovedora: "Geralmente, a humanidade incomoda-me. Por vezes, quando me fixo nas pessoas, inunda-me uma imprevisível piedade, vasta e angustiosa."
José Descalzo responde que, no decorrer da sua vida, foi mudando constantemente a visão das pessoas que o rodeiam. Hoje crê, pouco a pouco, que avança nele a visão luminosa e positiva da humanidade. Crê, efectivamente, que no mundo há bem e mal, mas que superabunda o bem, embora a maior parte das vezes se veja mais o mal, porque faz mais barulho. Como crê que nós fazemos o mal mais por inconsciência, por precipitação, do que por simples maldade. Diz que, apesar das desilusões, continua a acreditar que é preferível ter uma desilusão por mês, por ter confiado nas pessoas, do que passar a vida na defensiva, por pensar que estamos rodeados de monstros.
E, qual é a sua opinião acerca da Humanidade?!
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