
Tenho uma arma secreta
ao serviço das nações.
Não tem carga nem espoleta,
ao serviço das nações.
Não tem carga nem espoleta,
mas dispara em linha recta,
mais longe que os foguetões.
.
Erecta na torre erguida,
em alerta permanente,
espera o sinal de partida.
Podia chamar-se VIDA.
Chama-se AMOR, simplesmente.
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(adaptação do poema Arma Secreta de António Gedeão)
.
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