
Sonhei que tinha ido para um país distante e passeava pelas ruas de uma grande cidade que eu nunca tinha visitado. Enquanto caminhava através das ruas e contemplava as montras, senti-me triste. Aquela cidade tinha os mesmo problemas que as cidades do meu país.
Ao virar de uma esquina deparei com uma loja grande e bonita. Entrei e vi que o empregado que estava ao balcão era um anjo. Achei aquilo muito estranho e perguntei-lhe o que se vendia naquela loja. O anjo respondeu-me delicadamente:
Ao virar de uma esquina deparei com uma loja grande e bonita. Entrei e vi que o empregado que estava ao balcão era um anjo. Achei aquilo muito estranho e perguntei-lhe o que se vendia naquela loja. O anjo respondeu-me delicadamente:
- Tudo aquilo que desejares.
Fiquei admirado e a pensar. Então lembrei-me de lhe pedir um mundo novo. Comecei a pedir, em primeiro lugar, muita paz, o fim de todas as guerras no mundo, depois muita liberdade e justiça, sobretudo para os povos oprimidos e maltratados. Em seguida muita tolerância, generosidade e amor para todos os imigrantes estrangeiros e refugiados, muito amor e compreensão para as famílias, trabalho para todos e o fim do desemprego. Queria ainda que todas as religiões se dessem bem e houvesse muita união entre as Igrejas; que acabasse para sempre a poluição e que todos respeitassem a natureza e... e... E continuei até que o anjo me interrompeu e disse:
- Desculpa lá, amigo. Creio que não me compreendeste bem. Nós aqui não vendemos os frutos, vendemos apenas as sementes.
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Não basta desejar nem esperar que as coisas apareçam feitas. É preciso arregaçar as mangas e semear o mundo novo que todos desejamos.
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Fiquei admirado e a pensar. Então lembrei-me de lhe pedir um mundo novo. Comecei a pedir, em primeiro lugar, muita paz, o fim de todas as guerras no mundo, depois muita liberdade e justiça, sobretudo para os povos oprimidos e maltratados. Em seguida muita tolerância, generosidade e amor para todos os imigrantes estrangeiros e refugiados, muito amor e compreensão para as famílias, trabalho para todos e o fim do desemprego. Queria ainda que todas as religiões se dessem bem e houvesse muita união entre as Igrejas; que acabasse para sempre a poluição e que todos respeitassem a natureza e... e... E continuei até que o anjo me interrompeu e disse:
- Desculpa lá, amigo. Creio que não me compreendeste bem. Nós aqui não vendemos os frutos, vendemos apenas as sementes.
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Não basta desejar nem esperar que as coisas apareçam feitas. É preciso arregaçar as mangas e semear o mundo novo que todos desejamos.
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Amigos... quanto lamento textos como este passarem despercebidos a tanta gente!
ResponderEliminarDe alguma forma temos "que tentar levar a vida a rir"... mas nunca perdendo o senso comum e a consciência do fundamental.
Para isso, cada vez mais temos que ter tempo para parar, pensar e equacionar,não menosprezando nunca a vontade de sonhar e acreditar!
Admito que face à conjuntura actual isso seja cada vez mais difícil. Não obstante,nunca poderá servir de desculpa ou justificação àqueles que nada fazem!... e a outros que nem sequer o permitem!
NÃO. O ditado já é velho: "quem não semeia não
colhe"..
Claro que isto nos reportará para um outro tipo de questão: e os que semeiam e não colhem?
... Pelo menos estes terão a consciência que não terá sido por falta de esforço, trabalho e dedicação... e quando pousarem a cabeça na almofada do seu leito, para um descanso merecido, irão dormir bem, sem pesadelos, mas com
sonhos bonitos!
Sorte... factor que não podemos descuidar... porque é o elemento invisível que faz parte do nosso quotidiano.
Em resumo: temos que trabalhar, em prol pessoal e comunitário, pese embora os acidentes de percurso.
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